A investigação sobre o caso do cão Orelha, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, teve uma atualização importante divulgada pela Polícia Civil de Santa Catarina. Um dos adolescentes que teve a imagem amplamente divulgada como suspeito de participação nas agressões deixou oficialmente essa condição e passou a ser tratado como testemunha no inquérito.
A apuração é conduzida pela Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE), em conjunto com a Delegacia de Proteção Animal (DPA). Conforme informado pelas equipes responsáveis, o adolescente não aparece nas imagens analisadas durante o trabalho investigativo, apesar de ter sido citado inicialmente no contexto do caso.
Além disso, a família do jovem apresentou provas que indicam que ele não estava na Praia Brava no período relacionado às demais ocorrências que seguem sob apuração. Os elementos apresentados foram analisados e considerados no andamento do inquérito, o que resultou na alteração da condição do adolescente dentro do procedimento policial.
Apesar dessa mudança, a Polícia Civil reforça que as investigações continuam em andamento. O foco segue na apuração de atos infracionais envolvendo outros adolescentes suspeitos de maus-tratos ao animal, além da verificação de possíveis outros delitos relacionados ao caso.
Segundo a apuração do portal Agora Floripa, o trabalho policial segue com a análise técnica de imagens, coleta de informações e demais diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos. A Polícia Civil também destaca a importância de cautela na divulgação de informações, especialmente quando envolvem adolescentes, para não comprometer o andamento das investigações.
Fonte | Agora Floripa








