Produtores de algas marinhas da Grande Florianópolis se reúnem nesta sexta-feira, 23 de outubro, para debater o Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável da Algicultura Catarinense 2027–2037. O encontro começa às 8 horas, no Centro de Treinamento da Epagri no Itacorubi, na Capital. As inscrições estão abertas
O Plano busca estabelecer uma visão de longo prazo e uma agenda articulada de ações para promover o desenvolvimento sustentável da produção de macroalgas. Quem não puder comparecer, pode ler a minuta do documento, elaborada pelo Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Epagri/Cedap) e enviar sugestões via formulário.
Potencial de crescimento
Santa Catarina se tornou a maior criadora de algas do Brasil em 2024, com produção de 751 toneladas. A atividade surgiu em 2021 como proposta de diversificação da maricultura. A Kappaphycus alvarezii, cultivada na costa, é originária das Filipinas e pode ser usada como matéria-prima para bioinsumo agrícola, alimentação animal e cosméticos, entre outros produtos.
O número de produtores cresceu de quatro, em 2022, para 52 em 2024, com maior concentração em Florianópolis e Palhoça. No mesmo período, o valor das vendas evoluiu de R$204,6 milhões para R$2,1 bilhões. Segundo Suplicy, o estado reúne condições ambientais, conhecimento técnico e capacidade científica para impulsionar a cadeia produtiva da algicultura.
Serviço:
Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável da Algicultura Catarinense 2027–2037
Data: Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Horário: 8:00am – 12:00pm
Local: Centro de Treinamento de Florianópolis – CETRE
Rod. Admar Gonzaga, 1188 – Itacorubi – Florianópolis, SC
Fonte da Pauta | SECRETARIA/SC




