Dupla é condenada por roubo a joalheira em Criciúma

Dois homens foram condenados por roubo majorado com penas de oito e dez anos de prisão. Terceiro envolvido, que foi preso em flagrante, já havia sido condenado pelo mesmo crime.

Foram condenados pela prática do crime de roubo majorado mais dois dos responsáveis pelo assalto a uma joalheria em um shopping na cidade de Criciúma. Conforme a ação penal ajuizada pela 1ª Promotoria de Justiça de Criciúma, um dos condenados invadiu o local e mediante ameaças e uso de arma de fogo roubou inúmeras joias. O segundo condenado foi quem planejou a ação criminosa.

Conforme o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), as investigações realizadas pela Polícia Civil de Santa Catarina apontaram que cinco homens participaram do crime. Um deles, preso em flagrante no dia dos fatos, já havia sido condenado. Dois outros envolvidos estão foragidos, com prisão preventiva decretada.

O crime foi praticado em janeiro de 2023 quando, quatro homens, já com a ação planejada, entraram no shopping e se dirigiram aos arredores da joalheria. Conforme as testemunhas, um dos homens entrou no local com uma máscara de proteção e, ao se aproximar de uma funcionária, a ameaçou e ordenou que lhe entregasse todas as joias das bancadas. Logo na sequência, um segundo homem também entrou no local e mandou que uma outra funcionária o levasse até o cofre e entregasse as demais joias.

Durante a ação, que durou poucos minutos, um terceiro envolvido, que observava a aproximação de seguranças, entrou no local e avisou aos comparsas que o tempo havia acabado. Os três então fugiram do local com apoio do quarto envolvido. Um deles foi abordado pelo proprietário da joalheria durante a fuga e foi preso, os outros três conseguiram fugir. O quinto envolvido foi o mentor da ação, que planejou o roubo, mas não esteve no local no dia.

Os homens agiram juntos para a prática do crime, o que configura concurso de agentes e ainda, a todo momento, usaram de grave ameaça contra os funcionários, além de portarem armas de fogo, posteriormente apreendidas com dois dos acusados.

Após o crime, com a evolução das investigações, os dois envolvidos agora condenados foram presos já no Rio Grande do Sul. Com eles estavam duas armas e um celular de onde foram extraídas mensagens que ajudaram a esclarecer o crime. As joias roubadas não foram recuperadas.

MP entrará com recurso  

O MPSC entrará com recurso buscando o aumento das penas estabelecidas e o Promotor de Justiça Marcus Vinicius de Faria Ribeiro, responsável pelo caso, avalia recorrer da absolvição dos crimes de organização criminosa, receptação e adulteração de veículos.

Na denúncia apresentada inicialmente, o MP pedia a condenação dos homens também pela prática dos três crimes, já que havia indícios de que o grupo estava associado para práticas criminosas desde 2022. E ainda, que receptaram o veículo e a arma utilizados no dia do roubo, ambos frutos de outros crimes. A placa do carro foi adulterada para ser utilizada na ação criminosa. Apesar do pedido, o Juízo decidiu por absolver os réus da prática dos crimes citados, por considerar que as provas desses demais crimes não eram suficientes, entendimento que o MPSC discorda.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social – Correspondente Regional em Criciúma

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