CRICIÚMA | Grupo Cultura Mamoeira representa a cidade na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura

O evento teve como foco a valorização da cultura de base comunitária, da diversidade cultural e das discussões sobre justiça climática

O grupo Cultura Mamoeira, de Criciúma, esteve representado na “6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, realizada em Aracruz, no Espírito Santo, no último fim de semana. A participação ocorreu por meio de Quetlin da Silva Silveira Apolinario, delegada eleita para representar Santa Catarina.

O encontro, promovido pelo Ministério da Cultura, teve também a representação de outro Ponto de Cultura de Criciuma, a Sociedade Recreativa Clube União Operária, (OPEPA), com a presença da presidente, Iara Odila Nunes Costa. O evento teve a participação do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva e da Ministra da Cultura Margareth Menezes.

A Teia Nacional reuniu agentes culturais, coletivos, mestres e mestras das culturas populares, povos tradicionais, representantes da sociedade civil e gestores públicos de diferentes regiões do Brasil. O evento teve como foco a valorização da cultura de base comunitária, da diversidade cultural e das discussões sobre justiça climática.

Segundo Quetlin, a experiência foi marcada pela troca de conhecimentos e pelo contato com diferentes realidades culturais do país. “Foi um evento recheado de diversidade cultural, diversidade de pessoas, pluralidade de personalidades e uma riqueza imensa da cultura brasileira. Tudo junto em um lugar com o mesmo propósito de tornar a cultura brasileira um patrimônio rico e justo, que respeita as diversidades e atende às necessidades dos produtores culturais”, destacou.

Ela também ressaltou a importância do encontro para fortalecer o diálogo entre os pontos de cultura e compreender os desafios enfrentados pelos fazedores de cultura em diferentes territórios. “É um movimento importante para que haja integração entre os pontos de cultura, troca de ideias, de conhecimentos, de relações e de vivências. Também é uma oportunidade para entendermos como está funcionando a política cultural no país”, afirmou.

Durante a programação, os participantes acompanharam grupos temáticos voltados para diferentes manifestações culturais e identidades. Entre os temas debatidos estavam cultura indígena, cultura africana, cultura popular, capoeira, hip hop, artes visuais e audiovisual. “O evento propicia interação entre os pontos de cultura e a vivência das diferentes realidades. A gente consegue entender como funciona a realidade do outro. Participamos dos GTs, os grupos temáticos, onde cada grupo aborda as suas questões específicas”, explicou Quetlin.

Fonte | Antonio Rozeng/[email protected]

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