Três jovens, de 19, 20 e 24 anos, foram presos pela Polícia Civil suspeitos de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, poucas horas após um carro que pegou fogo ser encontrado com um corpo carbonizado, em Laguna. A vítima, Jair de Bem Figueiredo, de 47 anos, era dono de uma padaria, servidor comissionado na secretaria de Obras de Laguna e foi assessor parlamentar na Câmara de Vereadores.
O caso começou a ser investigado ontem pela manhã, quando o Chevrolet Tracker foi localizado destruído pelo fogo na região da Pedra do Frade, com um corpo em seu interior no banco traseiro. Durante as diligências, os policiais foram até a residência da vítima, no Mar Grosso, onde encontraram o imóvel aberto e com sinais de violência.
Com base nas investigações, os suspeitos foram localizados no bairro Esperança e presos em flagrante. Conforme a Polícia Civil, os três confessaram o crime.
O homicídio teria ocorrido dentro da casa da vítima, que foi morta com golpes de faca. Em seguida, o corpo foi colocado no carro e levado até a Pedra do Frade, onde o veículo foi incendiado na tentativa de ocultar provas.
“Conversamos com familiares, testemunhas, que nos informaram que a vítima estaria sendo alvo de uma espécie de extorsão, por conta de ter envolvimento homoafetivo com algumas pessoas, e que estariam de posse, talvez, de alguma imagem envolvendo a intimidade dessa vítima e tentando obter dinheiro com isso”, explicou o delegado responsável pelo caso, Rubem Teston.
A polícia informou também que o caso segue em investigação, inclusive para apurar a participação de mais pessoas.
Fonte | DS









