Com o objetivo de estimular o pensamento crítico e a compreensão global entre os jovens, a Olimpíada Brasileira de Geopolítica (OBGP) desafia estudantes a compreender as complexas relações entre as nações mundiais. Neste ano, Criciúma foi representada na competição por alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Padre Paulo Petruzzellis, os quais conquistaram três medalhas: uma de ouro, uma de prata e uma de bronze.
A OBGP aborda temas como fatores geográficos, políticos, econômicos e culturais que influenciam as decisões e os eventos globais, desde conflitos e alianças até questões como comércio e meio ambiente. Realizadas de forma individual e online, as provas são compostas por 30 questões objetivas e ocorreram em setembro. O resultado preliminar foi divulgado em 23 de setembro e a classificação final oficial foi recebida pela escola nesta semana.
Entre os destaques estão os estudantes Isaac Daniel de Andrade, do 9º ano, que conquistou medalha de ouro, com 29 acertos, e Eliezer da Silva Piazoli, também do 9º ano, que garantiu a medalha de prata ao acertar 27 questões. Já a estudante Amanda de Andrade Cardoso, do 8º ano, conquistou medalha de bronze, com 24 acertos.
Para o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, o resultado reforça a importância de incentivar os estudantes a irem além dos conteúdos trabalhados em sala de aula, desenvolvendo o pensamento crítico e ampliando o conhecimento sobre o mundo.
“Competições como a Olimpíada Brasileira de Geopolítica despertam a curiosidade dos estudantes e os incentivam a compreender melhor os acontecimentos e as relações entre os países. Ver nossos alunos conquistando medalhas em uma iniciativa como essa é motivo de orgulho e demonstra como o incentivo à educação e ao conhecimento pode abrir novas possibilidades para os jovens”, destacou.
A competição contou com a participação de estudantes de escolas públicas e privadas, bem como alunos matriculados na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A secretária de Educação de Criciúma, Geovana Benedet Zanette, ressaltou que participar de olimpíadas do conhecimento contribui para o desenvolvimento dos estudantes e valoriza o trabalho realizado pelos profissionais da Rede Municipal de Ensino.
“Essas experiências permitem que os estudantes coloquem seus conhecimentos à prova, desenvolvam o raciocínio e descubram novas áreas de interesse. A conquista dos alunos da rede municipal também evidencia a importância do incentivo dos nossos professores e da escola, que têm papel fundamental na apresentação de novas oportunidades de aprendizagem”, pontuou.
Segundo a orientadora pedagógica do componente curricular de geografia da Secretaria Municipal de Educação, Vanessa Luz da Silva, a Olimpíada Brasileira de Geopolítica ainda não faz parte das competições já consolidadas na rede, como é o caso da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), mas a conquista deste ano incentiva que outras escolas e estudantes participem das próximas edições.
“A participação da Rede Municipal de Educação de Criciúma surgiu a partir de um convite que fiz aos professores de Geografia, incentivando-os a conhecer a iniciativa e oportunizar essa experiência aos alunos. A Olimpíada ainda não faz parte do conjunto de competições já consolidadas na rede, mas a professora Francine Lunardi Calegari aceitou o desafio e inscreveu 22 estudantes dos 8º e 9º anos da Padre Paulo Petruzzellis, que participaram do Nível 2 da prova e se destacaram positivamente”, contou.






