A Ferrovia Tereza Cristina completou 29 anos de atuação neste domingo (1º), celebrando quase três décadas de conexão logística ininterrupta no sul de Santa Catarina.
Mais do que uma marca histórica, a data simboliza a convicção que move gerações de ferroviários: enquanto houver movimento nos trilhos, haverá futuro para empresas, cidades e famílias, afirma a FTC.
A trajetória da ferrovia começou ainda no século 19, quando os primeiros trilhos foram lançados pela antiga companhia inglesa The Donna Theresa Christina Railway Company Limited, tornando-se um dos grandes motores das transformações econômicas e sociais da região sul, impulsionadas pela mineração do carvão e pela imigração.
O capítulo atual dessa história teve início em 1997, com a criação da empresa Ferrovia Tereza Cristina S.A.
“Nossa história remonta aos anos de 1880, quando a ferrovia nasceu como base do desenvolvimento regional. O ciclo atual, iniciado em 1997, consolidou uma operação moderna, com resultados consistentes e visão de longo prazo”, destaca o diretor-presidente da FTC, Benony Schmitz Filho.
Responsável pelo corredor logístico de 164 quilômetros entre Siderópolis e Imbituba, a concessionária iniciou sua operação com foco no setor energético, com a obrigação contratual do transporte do carvão mineral até o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo.
Desde o início da concessão, mais de 78,1 milhões de toneladas de carvão passaram pelos trilhos da FTC.
Atuação
Ao longo dos anos, a ferrovia ampliou sua atuação e diversificou sua matriz logística, conectando o Terminal Intermodal Sul (TIS) ao Porto de Imbituba e incorporando novas cargas à operação.
Nesse período, 4,96 milhões de toneladas de cargas conteinerizadas foram transportadas.
Paralelamente à operação logística, a concessionária mantém um compromisso permanente com a responsabilidade socioambiental.
Programas como o Trem de Natal, além de ações educativas e de segurança junto às comunidades lindeiras e de preservação ambiental, reforçam o vínculo da ferrovia com as cidades por onde passa.
Fonte | Sul Agora









