CRICIÚMA | Alunos do Colégio Satc desenvolvem protótipo que separa tampinhas por cor e destinam 680 kg à Rede Feminina

Mais do que uma campanha de arrecadação, o projeto ‘Tampinhas do Bem’, desenvolvido pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Satc, mostrou como a união entre conhecimento científico e solidariedade pode gerar impacto real. Em uma iniciativa interdisciplinar, os estudantes arrecadaram 680 quilos de tampinhas plásticas para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Criciúma.

Com a proposta inicial, os professores foram além, propuseram a criação de um protótipo funcional que separa automaticamente as tampinhas por cor, facilitando o trabalho das voluntárias da entidade.

A separação por cor agrega valor ao material reciclado e torna a venda mais rentável, contribuindo diretamente para o trabalho social e de prevenção ao câncer de mama desenvolvido pela Rede Feminina. “Após a conversa com as voluntárias, se percebeu a dificuldade da separação do material que é feito todo manualmente.

Então os professores propuseram a criação desse protótipo, que deu tão certo, que os acadêmicos de Engenharia Elétrica da UniSatc estão construindo a máquina em escala maior”, explica a coordenadora do Ensino Médio do Colégio Satc, Adriana Just.

Conhecimento em ação

O projeto envolveu áreas como Química, Geografia, Biologia, Física, Engenharia e Programação, unindo teoria e prática em um desafio real. A iniciativa representa o que há de mais essencial no aprendizado, o protagonismo estudantil e o uso do conhecimento para o bem coletivo.

“O Tampinhas do Bem uniu o que acreditamos ser a essência da educação, conhecimento com propósito. Nossos alunos colocaram em prática conteúdos de várias disciplinas e entenderam que a ciência também é uma ferramenta de transformação social e ambiental”, destaca Adriana.

Entre as turmas participantes, o 3004 foi destaque com o melhor protótipo de separação das tampinhas. A estudante, Rilary Ghisi, conta que o envolvimento ultrapassou os limites da sala de aula e mobilizou a comunidade. “Eu comecei arrecadando tampinhas nas festas, pizzarias e até nas ruas. Depois que a gente entra nesse projeto, começa a perceber como pequenas ações fazem diferença. Foi muito especial ver nosso trabalho sendo reconhecido e saber que ele vai continuar sendo desenvolvido”, relata.

Fonte da Informação | Içara News

Últimas notícias

Novo tratamento sem quimioterapia para câncer de mama tem 93% de sobrevida em estudo

Um novo tratamento sem quimioterapia para câncer de mama...

Prefeitura de Orleans destina imóvel público para apoiar a agricultura familiar

A Prefeitura de Orleans firmou, nesta sexta-feira, 21 de...

Dezenas de baleias-francas atraem multidão à Praia da Ribanceira

Neste fim de semana, um registro feito na Praia...

Museu do Carvão disponibiliza acervo com fotografias históricas

Um acervo com 825 fotografias históricas será disponibilizado à...

LAURO MÜLLER | Decisão histórica abre caminho para construções em áreas da ACP do Carvão

Uma decisão histórica começa a mudar a realidade de...

Notícias Relacionadas