Ele relata que ficou sabendo sobre uma família do povo Xokleng que viveu na região a cerca de dois anos, por meio da antropóloga Vanessa Lopes, de Urussanga, que esteve em José Boiteux
Micael, que tem graduação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Licenciatura Intercultural, está cursando o mestrado em Linguística na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde fica o Museu Nacional.
Depois o jornalista e artista de Daniel Librelato, de Orleans, contou a mesma historia sobre a família indigena, e que o Museu ao Ar Livre estaria com a Exposição sobre os Xoklengs e do acervo sobre a colonização europeia. “Surgiu a oportunidade de vir conhecer a história da região. Muita gratidão pela recepção da equipe de museólogos. A partilha dos conhecimentos foi importante, de ambas as partes”, comentou.
Ele se colocou à disposição para ampliar as histórias dos povos indígenas Laklãnõ Xokleng na Instituição, trazendo um grupo para apresentação de dança e canto. “Podemos divulgar junto, mostrando a importância da existência da cultura indígena e da colonização europeia.
Povo Indígenas
A exposição “Povos Indígenas: registros dos povos Xoklengs em Orleans e região sul catarinense” é resultado do projeto contemplado pela Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), por meio de sua mantida, o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, e desenvolvida pelos seus colaboradores. A proposta foi selecionada pelo Edital da Lei Paulo Gustavo (LPG) D+ SC/2023 e está sendo executada com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).






